Mostrando postagens com marcador Rossana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rossana. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de abril de 2012

Livro referência



          O Livro "Fundamentos da Metodologia Científica", de autoria das professoras Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi,  é uma referência desde 1985, quando foi lançada a 1ª edição. Atualmente em 7ª edição, a obra se destaca pela linguagem simples e objetiva, além de indicações relevantes das etapas e procedimentos necessários aos estudantes e professores que desenvolvem pesquisas teóricas e/ou empíricas. As autoras destacam a importãncia da leitura no processo da pesquisa, bem como estratégias adequadas de marcação e resumo do texto, o que resulta em esquemas e resumos adequados. Nas pequisas teóricas, as autoras indicam todos os procedimentos vitais tais como a elaboração de um plano de trabalho e a importância de reflexão sobre os textos lidos.

          Ao desenvolverem explicações sobre as diferenças entre a ciência em si e o conhecimento científico, além de detalhar os métodos científicos, o conceito de pesquisa e a importância do planejamento da mesma, técnicas de pesquisa, projeto e relatório,além dos demais gêneros científicos como monografia, artigos e resenhas, Lakatos e Marconi ofertam um conjunto de conhecimentos essenciais aos que necessitam se aventurar no campo. É uma leitura interessante aos que iniciam o projeto do Trabalho de Conclusão do curso (TCC).

Elaine Caldas Ribeiro e Rossana Gaia 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Uma cartilha sobre Plágio: iniciando o debate...

O Blog Anti-Plágio: Em defesa da pesquisa, da ciência e da inovação, nasceu a partir de uma prática de ensino no âmbito do Instituto Federal de Alagoas (IFAL) e tem como uma de suas metas possibilitar provocações e reflexões acerca da importância do pensamento autônomo e que respeite a produção autoral. Nossa intenção é compartilhar aulas, artigos, endereços de sites e blogs, relatos, experiências e as mais distintas narrativas que permitam ampliar esse debate.
Não é difícil entender o conceito de plágio. Plagia-se todas as vezes que se escreve sem dar o devido crédito às leituras realizadas e que possibilitaram uma organização sistemática de ideias, seja nos espaços bibliográficos formais (livros, jornais, revistas, etc.), seja em textos lidos virtualmente. Para evitá-lo é simples: basta indicar ao seu leitor os seus locais de inspiração.
Se você considerar uma frase de outra pessoa muito interessante e deseja citá-la em seu texto, use aspas e indique a referência do texto.  Em metodologia científica isso é o que denominamos citação direta. As citações até 3 linhas devem ser incorporadas no conteúdo do seu texto. As citações com mais de 3 linhas devem ser recuadas em 4 centímetros e colocadas fora da do texto em tamanho menor (a ABNT recomenda corpo 10) do que o corpo convencional (corpo 12, tipo Arial ou Times New Roman).
Neste primeiro recado, recomendo a professores, alunos e pessoas interessadas na temática a leitura da Cartilha sobre Plágio Acadêmico, disponível no link: <http://www.noticias.uff.br/arquivos/cartilha-sobre-plagio-academico.pdf>. O material foi produzido pela Comissão de Avaliação de Casos de Autoria da Universidade Federal Fluminense (UFF) e cumpre um papel didático relevante.
A leitura é agradável e instrutiva, indicando inclusive os tipos mais freqüentes de plágio e como evitá-lo. O Brasil tem uma legislação específica sobre casos de pirataria intelectual e é recomendável que conheçamos seu conteúdo, também disponível na cartilha.
Boa leitura e até breve...
Rossana Gaia (jornalista, professora e pesquisadora)
Maceió, 30 de setembro de 2011.

PS: Agradeço aos queridos bolsistas Elaine Rose Caldas Ribeiro (do curso tecnológico Design de Interiores e que tem desenvolvido o leiaute do blog), Joaquim Araújo do Nascimento Neto, Emylle Ingrid Gomes da Silva e à voluntária Bruna Graziele da Silva, que me estimulam a estudar e investigar novas linguagens e possibilidades pedagógicas. Agradeço também à colega Áurea Raposo, cujo diálogo permanente sobre questões éticas no ensino, me estimulam a (re)pensar questões nem sempre fáceis.